Consumidores da Ceron terão energia mais cara a partir do dia 30

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje, durante Reunião Pública, o reajuste tarifário da concessionária Centrais Elétricas de Rondônia S.A. (Ceron). Para os consumidores residenciais (Classe …

Carga do SIN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje, durante Reunião Pública, o reajuste tarifário da concessionária Centrais Elétricas de Rondônia S.A. (Ceron). Para os consumidores residenciais (Classe B1), haverá redução de -3,57% (negativo) nas contas de luz. Os novos valores serão aplicados a partir de 30/11 para 572 mil unidades consumidoras localizadas em 52 municípios de Rondônia.

Entre os fatores que colaboraram para a redução da tarifa da Ceron estão os custos que a distribuidora teve com compra de energia, transmissão de energia e pagamento de encargos setoriais.

Efeito médio por classes de tensão

Alta Tensão (> 2,3 kV) com variação -4,28% (negativo)
Baixa Tensão (< 2,3 kV) com variação -3,58% (negativo)
Média (Baixa Tensão e Alta Tensão) com variação -3,78% (negativo)

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 69 a 230 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural (subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Ao calcular o reajuste, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve no ano. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.

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