Reajuste de energia elétrica eleva custo de vida em São Paulo

Reajuste de 33,31% nas tarifas de energia elétrica foi o grande responsável pelo aumento do grupo Habitação

Fundo e o montante

Em março, o aumento do custo de vida no município de São Paulo foi de 1,26% em relação a fevereiro, segundo cálculo do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Habitação (4,31%), Alimentação (0,53%) e Transporte (0,42%), contribuíram com 1,17 ponto percentual (p.p.). O reajuste de energia elétrica (33,31%) teve impacto de 0,81 p.p no ICV-DIEESE.

A maior taxa foi observada entre as despesas da Habitação (4,31%), principalmente pelo reajuste de 33,31% da energia elétrica, que está incluída no subgrupo operação do domicílio (6,77%). Já entre os gastos com locação, impostos e condomínio, a alta de 1,57% deveu-se à elevação apurada nas despesas com condomínio (2,83%) e com locação (0,86%). No subgrupo conservação do domicílio (0,67%), ocorreu alta do material de construção de 1,48%.

O reajuste de 33,31% nas tarifas de energia elétrica foi o grande responsável pelo aumento do grupo Habitação e teve maior impacto para as famílias de baixa renda: para o estrato 1, a taxa foi de 6,12% e a contribuição de 1,42 p.p.; para o estrato 2, a taxa foi de 5,14%, com 1,13 p.p. de impacto e para o 3, 3,42% de aumento e contribuição de 0,75 p.p..

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