Aneel aprova novas tarifas de energia para consumidores de SP, RJ, MG, MT e MS

Novas tarifas para consumidores da CPFL Paulista entram em vigor amanhã

Cautela com a rede

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o reajuste tarifário da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista). Para os consumidores residenciais (Classe B1), o reajuste será de 4,13%. Os novos valores serão aplicados a partir desta quarta-feira (8) para 4,095 milhões de unidades consumidoras localizadas em 234 municípios de São Paulo.

A agência aprovou também o reajuste tarifário da empresa Cemig Distribuição. Para os consumidores residenciais (Classe B1), o reajuste será de 5,93%. Os novos valores serão aplicados a partir de amanhã  para 8 milhões de unidades consumidoras localizadas em 805 municípios de Minas Gerais.

O reajuste tarifário da Energisa Mato Grosso do Sul – Distribuidora de Energia (EMS). Para os consumidores residenciais (Classe B1), o reajuste será de 2,74%. Os novos valores serão aplicados a partir de amanhã para 942 mil unidades consumidoras localizadas em 73 municípios do Mato Grosso do Sul.

Para a Energisa Mato Grosso – Distribuidora de Energia (EMT), os consumidores residenciais (Classe B1), terão redução no valor da tarifa de -2,22%. Os novos valores também serão aplicados a partir de amanhã para 1,2 milhão de unidades consumidoras localizadas em 141 municípios de Mato Grosso.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 69 a 230 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural (subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Ao calcular o reajuste, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve no ano. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.

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