Barril do Texas fecha em baixa de 6,59%

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em maio caíram US$ 3,56 em relação ao fechamento de ontem

Brent e os preços

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta quarta-feira com queda de 6,59%, aos US$ 50,42, depois da divulgação de que as reservas de petróleo nos Estados Unidos voltaram a aumentar na semana passada e estão em seu nível mais alto desde a década de 1930.

Ao fim da sessão da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em maio caíram US$ 3,56 em relação ao fechamento de ontem.

As reservas americanas continuaram a subir e aumentaram na semana passada 10,9 milhões de barris, até os 482,4 milhões, o nível mais alto para esta época do ano desde a década de 1930, indicou o relatório divulgado hoje pelo Departamento de Defesa.

Os preços do petróleo nos mercados internacionais vêm diminuindo desde o ano passado por excesso de oferta no mercado e por causa da desaceleração do consumo na Europa e na China.

Esta semana o ministro do Petróleo saudita, Ali bin Ibrahim Al-Naimi, afirmou que seu país está pronto para ajudar a recuperar a estabilidade do preço do petróleo e a melhorar os preços de “uma maneira razoável”.

A Arábia Saudita “é capaz de melhorar os preços e garantir as reservas do mercado se os outros produtores participarem”, disse o ministro do principal país produtor e exportador de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Os contratos de gasolina para entrega em maio perderam US$ 0,13 e fecharam em US$ 1,73 o galão após o relatório mostrar um aumento de 800 mil barris em suas reservas, que chegaram a 229 milhões.

Os de gasóleo de calefação para entrega no mesmo mês também caíram, US$ 0,09, a US$ 1,69. Seu estoque diminuiu em 300 mil barris até os 126 milhões.

Os contratos de gás natural para entrega em maio baixaram US$ 0,07 e encerraram o dia cotados a US$ 2,61 para cada mil pés cúbicos. Seus dados de reservas serão divulgados amanhã.

Com Ag.EFE

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