Bovespa escorrega 2,18% e IEE 2,42% com cenário doméstico

Volume financeiro ficou acima da média, R$7,3 bilhões com vendas

IEE recuado

A Bolsa de Valores de São Paulo despencou nesta quinta-feira, com os investidores digerindo o cenário de crise econômica e política do Brasil. Para tornar o clima ainda mais preocupante, todos os mercados acionários encerram com perdas com a elevação do dólar e puxando os preços das commodities para baixo, incluindo o petróleo e o gás.

Ao final, o Ibovespa ficou com desvalorização de 2,18% aos 49.806 pontos e o IEE em 2,42% aos 29.468 pontos. O giro financeiro ficou em R$7,3 bilhões.

“Depois das metas fiscais, o mercado recuou e avaliou que o crescimento só será retomado a partir de 2018. Cresceu o medo do rebaixamento pelas agências de classificação de risco e, com isso, o mercado saiu vendendo nesta sessão. O dólar assustou e os 49 mil pontos do Ibovespa só foi registrado na primeira semana de janeiro, quando todos esperavam pelo anúncio do pacote de medidas do governo. O nosso aperto monetário está apenas começando”, avaliou o gerente de Bovespa da corretora H Commcor, Ari Santos.

Nesta sessão, todas as elétricas no IEE ficaram no vermelho, com destaque para as ações da Eletrobras PNB N1, -3,73%, Eletropaulo PN N2, -4,83%, e Cemig PN N1, -3,51%

Apenas a Trans. Paulista ficou com alta de 0,61%.

Carteira teórica

Na carteira teórica do Índice Bovespa que passa a vigorar a partir de 05 de maio de 2015 a 4 de setembro de 2015 estão: Itauunibanco PN (11,144%), Bradesco PN (8,440%), Ambev S/A ON (7,378%), Petrobras PN (5,687%) e Petrobras ON (4,166).

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