Bovespa ganha força e IEE fica para cima em 0,19%

Giro financeiro fica próximo da média, R$6,9 bilhões

AES Tietê

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta nesta terça-feira, com os investidores analisando medidas adotadas no mercado doméstico.

Ao final, o Ibovespa ficou em 0,49% aos 47.450 pontos e o IEE em alta de 0,19% aos 27.720 pontos. O volume negociado na bolsa paulista foi de R$6,9 bilhões, ou seja, próximo a media diária.

“O que ocorreu para esse fôlego do índice foi a retirada da pauta a MP 675, que pesava sobre os bancos. Pela manhã, a cautela seguia para a China, com sinais de desaceleração econômica e com a resposta negativa os mercados asiáticos, a Vale é a mais prejudicada com isso. Porém, as atenções seguem também para o Federal Reserve, que não descartou a elevação das taxas de juros “, avaliou o gerente de Bovespa da corretora H Commcor, Ari Santos.

O principal índice da Bolsa de Xangai caiu 6,15% após o governo da China anunciar uma injeção de 120 bilhões de yuanes (US$ 18,7 bilhões) no sistema financeiro do país, segundo maior consumidor de petróleo do mundo.

A Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) retirou a Medida Provisória 675 que elevaria a tributação sobre bancos e demais instituições financeiras. O aumento da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido para os bancos poderia subir de 15% para 23%.

As elétricas responderam ainda aos preços do petróleo e também ao anúncio do Ministério de Minas e Energia para a Medida Provisória 688.

Entre as altas no IEE estavam as ações da Cemig PN (1,20% a R$9,25); Coelce PNA (0,72% a R$38,00), CPFL Energia ON (0,47% a R$17,00), Equatorial ON (1,85% a R$35,70); e AES Tietê PN ED (1,72% a R$17,70).

Na contramão no IEE estavam as ações da Alupar UNT (-4,32 a R$14,85); Eletrobras PNB (-1,43% a R$7,56); Energia do Brasil ON (-1,07% a R$11,97); e Light ON (-3,63% a R$12,21).

Carteira teórica

Na carteira teórica do Índice Bovespa que passa a vigorar a partir de 05 de maio de 2015 a 4 de setembro de 2015 estão: Itauunibanco PN (11,144%), Bradesco PN (8,440%), Ambev S/A ON (7,378%), Petrobras PN (5,687%) e Petrobras ON (4,166).

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