CPFL Piratininga investe R$ 41,1 milhões na rede elétrica no trimestre

Distribuidora registrou lucro de R$ 48,54 milhões no primeiro trimestre de 2015

Companhia retomada

A CPFL Piratininga, distribuidora da CPFL Energia, investiu R$ 41,1 milhões na rede elétrica de sua área de concessão no primeiro trimestre de 2015. Os recursos foram destinados pela companhia para ampliar, reforçar e efetuar a manutenção do sistema elétrico. O valor é 7% superior aos R$ 38,4 milhões aportados pela empresa em igual período de 2014.

“Apesar do cenário desafiador do setor elétrico neste momento, a CPFL Piratininga foi capaz de manter os seus investimentos para melhorar a qualidade do serviço prestado aos seus consumidores e acompanhar a expansão do consumo em sua área de concessão, o que tem sido reconhecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, afirma o presidente da CPFL Piratininga, Carlos Zamboni Neto.

O faturamento líquido da empresa subiu 40,3% na comparação entre o primeiro trimestre de 2015 e o mesmo intervalo de 2014, de R$ 711,08 milhões para R$ 997,85 milhões, se considerados os ativos e passivos regulatórios que não eram contabilizados no ano passado. A geração de caixa medida no conceito Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 19,1%, considerados os ativos e passivos regulatórios, passando de R$ 117,6 milhões para R$ 140,09 milhões. A distribuidora reportou um recuo de 11,1% no lucro líquido no período, passando de R$ 54,6 milhões para R$ 48,54 milhões.

“A gestão adequada dos custos e das despesas gerenciais da companhia contribuiu para os bons números apurados no primeiro trimestre de 2015”, explicou Zamboni.

A receita também foi favorecida pela entrada em vigor do sistema de bandeiras tarifárias, que tem por objetivo sinalizar ao consumidor o custo real do preço da energia do País, e pela Revisão Tarifária Extraordinária, autorizada pela Aneel ao final de fevereiro. Essas duas medidas foram importantes por reduzir o descasamento de caixa da CPFL Piratininga, uma vez que a empresa estava fornecendo eletricidade aos seus clientes a uma tarifa substancialmente inferior ao custo de aquisição dessa energia.

O volume de energia consumido nos 27 municípios atendidos pela CPFL Piratininga teve uma queda de 2,7% no primeiro trimestre de 2015 frente ao mesmo período de 2014. Na análise por classe, o consumo de energia dos clientes comerciais cresceu 1,1%, ao passo que o volume faturado das residências diminuiu 0,8%, em decorrência do registro de temperaturas mais amenas no Verão 2015. O ano de 2014 havia registrado temperaturas muito acima da média histórica.

O consumo industrial recuou 5,1% no mesmo período de comparação, como reflexo da desaceleração da economia brasileira no começo de ano. O consumo dos clientes da linha “outros”, que inclui rural, poder público, iluminação pública, serviço público e permissionárias, caiu 1,5%.

Entre os destaques no primeiro trimestre de 2015 está o reconhecimento da Aneel da qualidade do serviço prestado pela CPFL Piratininga. De acordo com o regulador, a distribuidora registrou o terceiro menor índice de duração das interrupções (DEC) no fornecimento de energia do País em 2014 entre as concessionárias de grande porte, totalizando 6,98 horas. A empresa ainda apurou o segundo menor índice de frequência das interrupções (FEC), somando 4,19 vezes. A melhor do Brasil nesses indicadores foi a CPFL Santa Cruz, segundo ranking elaborado pela Aneel.

Além desse reconhecimento, a CPFL Piratininga diminuiu em 8,9% a duração das interrupções no primeiro trimestre de 2015 ante igual intervalo de 2014, para 6,91 horas (acumulado dos últimos 12 meses). A companhia também reduziu em 9,3% a frequência das interrupções no mesmo período de comparação, para 4,21 vezes.

Os municípios de Cubatão, Indaiatuba, Jundiaí, Santos, Sorocaba, Salto e Itu estão entre as principais cidades atendidas pela concessionária.

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