CPFL Renováveis obtém R$ 223 milhões de Ebitda no 2T17, crescimento de 5,7%

Com o início da operação do Complexo Pedra Cheirosa, companhia registra 2,1 GW de capacidade e amplia liderança em geração de energia eólica no Brasil

Divulgação

A CPFL Energias Renováveis (CPRE3), geradora de energia com fontes renováveis do Brasil, encerrou o segundo trimestre de 2017 com Ebitda de R$ 223 milhões, crescimento de 5,7% em relação ao mesmo período de 2016. Já a receita líquida da companhia teve alta de 14,4% (R$ 412,1 milhões) ante o segundo trimestre de 2016. O resultado é decorrente da entrada em operação dos complexos eólicos Campo dos Ventos e São Benedito, que, juntos, respondem por 231 MW de capacidade, e Pedra Cheirosa, que acresceu mais 48,3 MW ao parque gerador da companhia e entrou em funcionamento quase um ano antes do previsto.

Com 23 aerogeradores, o Complexo Eólico Pedra Cheirosa, no Ceará, gera energia suficiente para abastecer uma cidade de 120 mil habitantes. “Pelo terceiro ano consecutivo, entregamos um projeto dentro do orçamento e antes do prazo – este com quase um ano de antecedência”, destaca o diretor-presidente da CPFL Renováveis, Gustavo Sousa. Assim, a companhia teve um crescimento de 14% da capacidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, totalizando 2,1 GW”.

A geração de energia nesse trimestre foi de 1.487,9 GWh, redução de 3% em relação ao total registrado no segundo trimestre de 2016. A diminuição deve-se à menor produção das PCHs, por conta da menor afluência no período, e das usinas de biomassa, impactadas pela diminuição da quantidade de bagaço disponível. Tais fatores foram parcialmente compensados pela entrada em operação dos novos ativos. “Temos um portfólio robusto e diversificado, tanto em fontes como em localização geográfica, estratégia que mitiga os efeitos das sazonalidades e fatores climáticos”, ressalta Sousa.

Outro fator que afetou a geração de energia foi a redução na disponibilidade dos parques eólicos no Ceará devido ao encerramento das atividades da Suzlon no Brasil. A CPFL Renováveis já está atuando para normalizar as operações.

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