Energia segue na cesta de peso da inflação em maio

Em 12 meses, a energia elétrica é a mais alta no bolso dos consumidores

Preço pesando

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, a energia elétrica seguiu pesando na inflação medida para o mês de maio, com alta de preços de 1,37%. O grupo de despesas alimentação e bebidas puxaram quase metade da inflação, que ficou em 0,74% em maio.

No grupo de despesas que teve impacto importante na inflação de maio foi habitação, com taxa de 1,22% e na mesma linha seguiu a energia elétrica, com inflação de 2,77%, que como item individual que mais pesou no IPCA de maio.

Em 12 meses, o grupo de despesas habitação teve inflação de 17,59%, alta puxada pela energia elétrica que, no período, ficou 58,47% mais alta para o consumidor brasileiro.

Por outro lado, os transportes ajudaram a frear a inflação, com uma queda de preços de 0,29%. O principal responsável por essa deflação foi o item passagens aéreas, que ficou 23,37% mais barato para os consumidores.

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