Ex-presidente da Eletronuclear tem prisão revogada

Mantido em prisão fechada desde junho do ano passado Othon Luiz Pinheiro foi beneficiado por habeas corpus

Agência Brasil

A 1ª Turma do Tribual Regional Federal da 2ª Região revogou, nesta quarta-feira,  a prisão preventiva decretada pelo juiz Marcelo Bretas, 7ª Vara Criminal Federal, ao ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, que foi condenado a 43 anos de prisão e foi beneficiado por habeas corpus. Othon estava preso desde julho de 2015 e foi mantido em regime aberto até dezembro, mas voltou para o fechado em julho do ano passado na Operação Pripyat acusado de manter influência na estatal nuclear.

O almirante foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa e por tentar criar dificuldades nas investigações.

De acordo com o Ministério Público Federal, Othon foi acusado de cobrar propina em contratos com as empreiteiras Andrade Gutierres e Engevix.

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