Ibovespa devolve com Trump no foco e IEE recua com elétricas

Volume financeiro segue para os R$4 bilhões

Ibovespa em queda

O humor dos investidores da bolsa de valores de São Paulo azedou nesta sexta-feira, com atenção para a temporada de balanços corporativos, indicadores domésticos e, principalmente, com a declaração do presidente Donald Trump em elevar as tarifas de importação do aço e do alumínio nesta quinta-feira (01).

A antecipação da decisão de Trump, que será anunciada oficialmente na próxima semana, acabou por mexer com os papéis das principais gigantes do setor e também está derrubando o índice de metais na bolsa de Nova York, queda de 1,16%. A Vale ON segue em forte queda, bem como as demais produtoras da commoditie nacionais. O Brasil é destaque na exportação de aço para aquele País.

Há pouco, o Ibovespa estava em queda de 1,64% aos 83.935 pontos. O volume financeiro seguia para os R$4 bilhões. O IEE estava em queda de 1,44%.

As ações com ganhos
Fleury ON, alta de 1,68%; Fibria ON, alta de 0,99%; Marfrig ON, alta de 0,82%; Suzano Papel ON, alta de 0,75%; e Taesa UNT. alta de 0,10%.

As ações com perdas
Sid. Nacional ON, queda de 8,87%; Usiminas PNA, queda de 7,71%; Gerdau Met. PN, queda de 5,26; Gerdau PN, queda de 4,20%; e Bradespar PN, queda de 3,59%.

A Vale ON está em queda de 3,40%.

A CCR ON está em queda de 2,54%.

A Petrobras ON estava em queda de 1,98% e a PN, queda de 2%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, segue em queda na bolsa de Futuros de Londres a 0,42% a US$64,62 o barril.

O petróleo WTI segue em queda de 0,80%, cotado a US$ 60,50 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em queda de 1,32% a US$78,34 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1.069,10, alta de 0,01%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$1.011,60 a tonelada e em alta de 0,32%.

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