Ibovespa devolve e IEE acompanha em 0,4%

Volume financeiro ficou em R$8 bilhões

Arquivo: UI

A bolsa de ações de São Paulo voltou para o negativo no final da sessão desta terça-feira, com os investidores digerindo informações sobre a contabilidade de votos para aprovação do texto da reforma da Previdência. Os investidores ficaram atentos para m Wall Street, que também azedou no meio do pregão.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,74% aos 72.546 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 8 bilhões. O IEE caiu 0,42%.

“O mercado seguiu reagindo aos ruídos sobre a reforma da Previdência. Esse comportamento deverá prevalecer, enquanto nada ficar decidido. O que se vê é o estrangeiro saindo, o governo com pressa e o mercado financeiro mais ainda. Para amanhã é esperado o corte em mais 0,5 p.p na Selic e mais um realização”, considerou o diretor da Codepe Investimentos, José Costa Gonçalves.

As ações com ganhos
Hypermacas ON, alta de 3,24%; WEG ON, alta de 2,81%; Suzano Papel ON, alta de 1,89%; Fibria ON, alta de 2,05%; e Smiles ON, alta de 1,93%.

As ações com perdas
Usiminas PNA, queda de 4,23%; CPFL Energia ON, queda de 3,95%; Sid. Nacional ON, queda de 3,46%; Marfrig ON, queda de 3,36%; e Bradespar PN, queda de 2,90%.

A Petrobras ON ficou em queda de 1,06% e a PN, queda de 1,10%.

A Vale ON ficou em queda de 2,20%.

Carteira Teórica
A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 04 de setembro a 28 de dezembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (10,846%), Bradesco PN (8,485%), Ambev ON (7,039%), Petrobras PN (4,883%) e Vale ON (9,040%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, ficou estável na bolsa de Futuros de Londres aos US$64,26 o barril.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,24%, cotado a US$ 57,61 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de US$72,68 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$959,57, alta de 0,01%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$953,00 e alta de 0,45%, a tonelada.

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