Ibovespa encosta nos 69 mil pontos e resultados corporativos ficam em linha

O petróleo WTI, para entrega em setembro, segue em alta de 0,08%, cotado a US$ 49,43

Arquivo: UI

A bolsa de valores de São Paulo opera para cima nesta terça-feira, com os investidores ajustando carteiras, em dia de poucos indicadores globais e com a temporada de balanços corporativos sem grandes surpresas.

O preço do petróleo voltou a subir e o minério de ferro devolveu nas negociações da China.

Há pouco, o Ibovespa estava em alta de 0,77% aos 68.460 pontos. O IEE estava em alta de 0,9%. O volume de negócios seguia para os R$4 bilhões.

As ações com ganhos
JBS ON, alta de 5,41%; Santander UNT EJ, alta de 4,15%; Embraer ON, alta de 2,89%; Estácio Part. ON, alta de 2,42%; e Qualicorp ON, alta de 2,61%.

As ações com perdas
Suzano Papel PNA, queda de 2,41%; Fibria ON, queda de 2,28%; Sabesp ON, queda de 1,25%; Braskem PNA, queda de 1,35%; e Cosan ON, queda de 0,83%.

A Petrobras ON estava em alta de 0,78% e a PN, alta de 0,81%.

A Vale ON estava em alta de 0,31% e a PN, alta de 0,03%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Empresas

A B3 submeteu à consulta pública, para apreciação e comentários do mercado, as propostas de alterações nos procedimentos operacionais referentes à divulgação da terceira prévia das carteiras dos índices calculados pela B3 e ao tratamento do preço para retirada de ação dos índices calculados pela B3 em caso de Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA). A consulta pública, que tem duração de 30 dias úteis, será encerrada no dia 31 de agosto.

Queda nas vendas de energia prejudica desempenho da Tietê (TIET11). A produção hídrica da companhia foi prejudicada pelas condições climáticas mais adversas neste trimestre, fato que aliado a sua estratégia de sazonalização pressionou seu desempenho. Ademais, também houve impactos não recorrentes na rubrica de custos, com provisões e dispêndios com reestruturação no quadro de pessoal, culminando na queda de 5,4 p.p. na margem EBITDA do período, frente ao 2T16. Os números mais fracos já eram esperados, fato que aliado à distribuição de proventos deve mitigar o impacto negativo sobre seus papéis. Os dividendos anunciados equivalem a R$ 0,2602 por unit e a um yield de cerca de 1,8%. A data ex-dividendos é na próxima sexta-feira (11/08) e o pagamento será realizado até o dia 25/09.

Eletropaulo (ELPL4) tem desempenho regular neste 2T. A despeito da expressiva queda na demanda do mercado cativo, puxado principalmente pelas classes comercial e industrial, a elétrica apresentou resultados regulares neste trimestre. Na receita, o aumento nas tarifas compensou a queda no volume de vendas, enquanto que na linha de custos houve menor dispêndio com provisão, compra de energia e material. Do lado positivo, ficou a melhora nos indicadores de qualidade operacional, que já se traduziram em redução das multas, e na sua situação financeira, com ligeira queda na relação dívida líquida/ EBITDA e redução no custo médio da dívida. Por outro lado, o destaque negativo ficou com a retração na geração de caixa livre frente o 2T16. Suas ações podem responder de forma marginalmente negativa a tal divulgação, pois os números ficaram aquém das estimativas, que apontavam para uma recuperação mais expressiva.

Commodities

O petróleo WTI, para entrega em setembro, segue em alta de 0,08%, cotado a US$ 49,43.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 0,93% aos US$75,46 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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