Ibovespa fecha em alta e IEE em 0,5%

Ao final, o Ibovespa sustentou ganho de 1,39% aos 73.813

Ibovespa

A bolsa de valores de São Paulo manteve a alta nesta terça-feira, com todas as atenções dos investidores voltadas para as declarações por parte do governo e da equipe econômica sobre o andamento da reforma da Previdência. De outro lado, os preços do petróleo ajudaram as elétricas e a Petrobras ON.

Ao final, o Ibovespa sustentou ganho de 1,39% aos 73.813. O volume financeiro ficou em R$7,9 bilhões. O IEE ficou em 0,59%.

“O tema central é a reforma da Previdência e deverá ficar assim até os últimos dias da próxima semana. O governo tem pressa e os investidores também, porém, a maior cautela nesse momento fica para as agências de classificação de risco, que seguem atentas para a economia brasileira. Já no cenário externo, com a decisão do Fed para a taxa de juros, que está precificada, o foco fica para as reformas tributárias de Donald Trump e a nova direção do Fed”, destacou o analista de investimentos da Corretora Magliano, Carlos Soares.

As ações com ganhos
MRV ON, alta de 5,43%; Estacio Part. ON, alta de 4,62%; Kroton ON, alta de 4,30%; Taesa UNT, alta de 3,44%; Sid. Nacional ON, alta de 3,34%.

As ações com perdas
Rumo ON, queda de 1,95%; RaidDrogasil ON, queda de 1,57%; Usiminas PNA, queda de 0,67%; Localiza ON, queda de 0,57%; Embraer ON, queda de 0,48%.

A Petrobras ON ficou em alta de 1,38% e a PN, alta de 0,72%.

A Vale ON ficou em alta de 1,17%.

Carteira Teórica
A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 04 de setembro a 28 de dezembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (10,846%), Bradesco PN (8,485%), Ambev ON (7,039%), Petrobras PN (4,883%) e Vale ON (9,040%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, ficou em queda na bolsa de Futuros de Londres em 0,77% aos US$65,67 o barril.

O petróleo WTI segue em queda de 1,35%, cotado a US$ 57,22 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 3,53% a US$71,252 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$972,00, alta de 1,30%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$955,47 e alta de 0,26%, a tonelada.

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