Ibovespa fecha em novo recorde com Petrobras e IEE devolve 0,7%

Volume financeiro ficou em R$8,5 bilhões

Arquivo: UI

Os investidores na bolsa de valores de São Paulo mantiveram o otimismo nas operações desta quarta-feira, com notícias corporativas e preços das commodities reagindo também no positivo. O índice principal renovou recorde ao atingir os 78 mil pontos.

Ao final, o Ibovespa ficou em alta de 0,13% aos 77.995 pontos. O giro de negócios somou R$8,5 bilhões. O índice principal de energia elétrica ficou em queda de 0,79%.

O novo recorde nominal do Ibovespa na B3 foi de alta de 0,13% em relação ao pregão anterior de 77.891 pontos, marcado na sessão de ontem.

“A alta de hoje foi sustentada pelos papéis de primeira linha, como bancos, siderúrgicas, metalúrgicas, Embraer, entre outros. A Petrobras foi amparada pelos preços do petróleo e também com o acordo nos Estados Unidos. O que se viu foi o dólar enfraquecido e os demais mercados operando para cima. A Lava Jato e as discussões sobre a reforma da Previdência deram uma trégua. Mas, o que pode ocorrer nos próximos dias é uma realização e com o foco na decisão sobre o ex-presidente, Lula”, avaliou o gerente de Bovespa da HCommcor, Ari Santos.

As ações com ganhos
Embraer ON, alta de 3,80%; Sid. Nacional ON, alta de 3,69%; Usiminas PNA, alta de 3,33%; B3 ON, alta de 1,70%; e MRV ON, alta de 1,45%.

As ações com perdas
Energias BR ON, queda de 4,51%;Rumo ON, queda de 3,00%;RaiaDrogasil ON, queda de 2,48%; Fibria ON, queda de 2,25%; e JBS ON, queda de 2,18%.

A <a href=”ttps://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/noticias-destaque/petrobras-fecha-acordo-e-deve-pagar-quase-us-3-bilhoes-nos-eua-para-fechar-class-action/216189/”>Petrobras</a> ON, alta de 1,27% e a PN, alta de 0,91%.

A Vale ON ficou em queda de 0,60%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Commodities

Os preços do petróleo reagiram nesta quarta-feira, ainda sob os efeitos das manifestações no Irã na semana passada. Os conflitos urbanos foram motivados pelos problemas econômicos, corrupção e inflação.

Os protestos, que deixaram mais de 20 pessoas mortas, renovaram a tensão geopolítica nos mercados mundiais de petróleo, que poderiam resultar em rupturas de fornecimento em bruto da República Islâmica.

A agitação no Irã ocorre quando os preços do petróleo estão crescendo constantemente nos últimos meses, ajudados pelo risco geopolítico em todo o Oriente Médio – inclusive no Iraque -, bem como a queda dos estoques globais e os contínuos esforços da OPEP para reduzir a produção.

A produção bruta dos Estados Unidos, que não faz parte do acordo liderado pela OPEP para reduzir a produção, trabalhou para compensar pelo menos alguns dos esforços da OPEP para reequilibrar o mercado.

O petróleo referência, Brent, ficou em alta na bolsa de Futuros de Londres em 1,87% a US$68,26 o barril.

O petróleo WTI segue em alta de 2,30%, cotado a US$ 61,76 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em alta de 0,35% a US$74,97 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1003,33, alta de 0,37%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$981,69 e alta de 0,24%, a tonelada.

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