Ibovespa fecha em queda e IEE acompanha em 1,26%

Volume financeiro ficou em R$9,6 bilhões

Ibovespa

A bolsa de valores de São Paulo operou em forte volatilidade nesta segunda-feira. Os investidores pegaram carona nos demais globais, em dia de poucos indicadores, com ajustes e ainda na cautela para o cenário político. Os juros norte-americanos subiram.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 2,59% aos 81.861 pontos. O volume financeiro ficou em R$9,6 bilhões. O IEEX ficou em queda de 1,26%.

“O que assustou um pouco foram os juros norte-americanos. Além disso, a sucessão de altas no mês de janeiro abriu espaço para ajustes. O que se viu hoje foram as bolsas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos recuando. A temporada de balanços também pesa um pouco, considerando também algumas questões políticas”, disse o diretor da Codepe Investimentos, José Costa Gonçalves.

As ações com ganhos
Klabin UNT, alta de 0,62%; e a Eletrobras ON, estável.

As ações com perdas
CPFL Energias ON, queda de 0,14%; RaiaDrogasil ON, queda de 0,17%; Eletrobras PNB, queda de 0,22%; Sid. Nacional ON, queda de 5,76%; Gerdau PN, queda de 5,70%; Gerdau Met. PN, queda de 5,18%; Fleury ON, queda de 4,71%; e Petrobras PN, queda de 4,66%.

O Itau Unibanco ficou em queda de 3,51%.

O Bradesco ficou em queda de 1,61%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, ficou em alta na bolsa de Futuros de Londres a 0,36% a US$67,39 o barril.

O petróleo WTI ficou em queda de 2,44%, cotado a US$ 63,85 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York. Os preços do petróleo influenciaram o índice do fundo de energia, XLE caiu 4,29%.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em alta de 1,76% a US$75,70 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1033,74, alta de 0,03%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$1000,00 a tonelada.

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