Ibovespa fecha em queda e IEE pega carona

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 2,39% a US$60,52 a tonelada seca e com 62% de pureza

Arquivo: UI

A bolsa de valores de São Paulo virou para o terreno negativo no final das negociações desta quinta-feira. Os investidores se voltaram para as dificuldades que o governo deverá enfrentar para as aprovações das reformas no Congresso Nacional na próxima semana.

Os indicadores da economia doméstica desta quinta-feira revelaram que o País já dá sinais de uma pequena recuperação, com o PIB do primeiro trimestre em alta de 1%. Outros indicadores, como do Markit Economics, também revelaram avanço tímido no setor industrial.

As commodities recuaram, com o petróleo devolvendo depois dos estoques dos Estados Unidos, e com a decisão de Donald Trump saindo do Acordo de Paris. Trump sinalizou para o desenvolvimento ainda maior de suas fontes de energia e, principalmente, com exploração do gás de xisto.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,67% aos 62.288 pontos. O volume financeiro ficou em R$7,1 bilhões. O IEE, índice de energia ficou em queda de 0,81%.

As ações com ganhos
Cosan ON, alta de 1,44%; BB Seguridade ON, alta de 2,58%; Ecorodovias ON, alta de 1,30%; Ultrapar ON, alta de 2,20%; e Sabesp ON, alta de 1,55%.

As ações com perdas
Bradespar PN, queda de 3,97%; Eletrobras ON, queda de 4,00%; Eletrobras PNB, queda de 4,58%; Gerdau Met PN, queda de 4,00%; e JBS ON, queda de 2,85%.

A Petrobras ON ficou em queda de 0,59% e a PN, queda de 1,08%.

A Vale ON ficou em queda de 1,84% e a PN, queda de 1,51%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Commodities

O petróleo WTI ,com contratos negociados para julho, ficou em queda de 0,64% aos US$48,01 o barril na Bolsa Mercantil de Futuros.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 2,39% a US$60,52 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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