Ibovespa opera em queda e IEE acompanha em 0,1%

Volume financeiro segue para os R$3 bilhões

Ibovespa

O Ibovespa segue devolvendo nesta sexta-feira, depois da forte alta em três dias consecutivos, descolado dos demais mercados globais. Os investidores estão atentos para a reunião dos bancos centrais nos Estados Unidos. A apresentação, que era muito aguardada da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, pesa positivamente no mercado norte-americano e também no da Europa. Os preços das commodities, em recuperação, estão ajudando no desempenho das blue-chips.

Há pouco, o Ibovespa estava em queda de 0,34% aos 70.887 pontos. O volume financeiro seguia para os R$3 bilhões. O IEE estava em queda de 0,18%.

As ações com ganhos
JBS ON, alta de 4,27%; Suzano Papel PNA, alta de 2,92%; Multiplan ON, alta de 2,30%; Fibria ON, alta de 1,84%; e Gerdau Met. PN, alta de 1,24%.

As ações com perdas
Natura ON, queda de 3,36%; Pão de Açúcar PN, queda de 2,72%; BRF ON, queda de 1,92%; Estácio Part. ON, queda de 1,90%; e Rumo ON, queda de 1,62%.

A Petrobras ON estava em alta de 0,56% e a PN, alta de 0,36%.

A Vale ON estava em queda de 0,56% e a PN, queda de 0,71%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Empresas

Vale (VALE3) propõe conversão das ações remanescentes. O conselho de administração da companhia aprovou a proposta de conversão da totalidade das ações preferenciais remanescentes em ações ordinárias, na mesma proporção inicial (de 0,9342 ordinária para cada preferencial) onde houve a adesão de 84,4%. Em breve a companhia deve convocar assembleia geral extraordinária e assembleia especial dos titulares de PNs para a deliberação da proposta. Sem trazer grandes novidades, o comunicado não deve ter influência relevante sobre os papéis da companhia hoje.

B3 (BVMF3) conclui integração das clearings e afasta a concorrência. O projeto em andamento desde agosto de 2014, a integração das câmaras de compensação (clearings) da B3 foi concluído e começa a valer a partir da próxima segunda-feira, dia 28, liberando cerca de R$ 18 bilhões de liquidez para os investidores da bolsa, uma vez que o valor em garantia das transações vai se reduzir. A integração das clearings era o grande projeto de infraestrutura tecnológica da B3 e que demandou elevados investimentos nos últimos anos. De agora em diante a companhia deverá buscar maior aproximação com clientes e o desenvolvimento de mais produtos, sobretudo após a incorporação da Cetip. Com a conclusão desse projeto, a negociação com a Americas Clearing System (ACS), que pertence à ATG, que tem planos de abrir uma Bolsa de Valores no Brasil para o fornecimento de serviço de clearing e depositária deverá caminhar para o procedimento de arbitragem. Isso porque na consulta pública, chamada para discutir as regras de acesso às clearings da B3, a Ancord e a ACS foram as únicas a se manifestar sobre as regras de acesso de terceiros nos serviços de clearing e depositária da B3, mas os termos de acesso, bem como a própria fusão com a Cetip foram aprovados tanto pela CVM, como pelo Banco Central e pelo CADE, afastando a concorrência ao menos momentaneamente. O destaque da análise é da Coinvalores.

Pagamento de dividendos:
Santander e Ultrapar.

Commodities

O petróleo WTI, para entrega em setembro, segue em alta de 0,63%, cotado a US$ 47,73 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 1,58% aos US$78,38 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$890,60, queda de 0,04%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$879,49 e queda de 0,06%, a tonelada.

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