KPMG: Fusões e aquisições no setor de energia crescem 31% em 2017

Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. Em 2016 foram 12 e em 2017, 17

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As empresas de energia tiveram aumento de 31% no número de fusões e aquisições realizadas em 2017 se comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo a KPMG. Ao longo do ano, foram fechadas 16 transações CB1 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil) enquanto no mesmo período do ano anterior foram 12.

De acordo com o relatório, foi concretizado o triplo de operações CB3 e 7% a mais de transações domésticas com relação ao ano de 2016. No que diz respeito às empresas de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil as operações deram um salto de três para sete.

“Em meio a um cenário de incertezas políticas e econômicas e escassez de financiamento por parte do BNDES, alguns investidores resolveram reavaliar a estratégia de investimento no país, mudando os setores de atuação, para estarem melhor posicionados em um momento que o mercado está se consolidando e, com isso, novos players estrangeiros resolveram aproveitar a janela para investimento” comenta a sócia da KPMG, Cristiane Azevedo.

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. Em 2016 foram 12 e em 2017, 17.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior. Nenhuma nos dois anos.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. Em 2016 apenas 1 e em 2017, 3.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. Em 2016 foram 3 e em 2017, 7.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior. Em 2016 foram 2 e em 2017, nenhuma.

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