AGD da Copel aprova alteração na definição da Dívida Financeira Líquida Consolidada

"Dívida Financeira Líquida Consolidada" significa o somatório de todas as dívidas financeiras consolidadas da Emissora junto as pessoas físicas e/ou jurídicas

Divulgação

A Companhia Paranaense de Energia – COPEL, empresa que gera, transmite, distribui e comercializa energia, realizou nesta quarta-feira, a Assembleia Geral de Debenturistas da 5ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, por meio da qual foi aprovada a alteração da definição de “Dívida Financeira Líquida Consolidada”, conforme Proposta da Administração divulgada ao mercado no dia 05 de dezembro de 2017.

Estão vigorando:

“Dívida Financeira Líquida Consolidada” significa o somatório de todas as dívidas financeiras consolidadas da Emissora junto as pessoas físicas e/ou jurídicas, incluindo empréstimos e financiamentos com terceiros, emissão de títulos de renda fixa, conversíveis ou não em ações, no mercado de capitais local e/ou internacional; (b) menos o somatório das disponibilidades (caixa e aplicações financeiras) e do diferencial por operações com derivativos.

A alteração uniformizará os índices financeiros aplicáveis aos valores mobiliários de emissão da Copel e de suas controladas.

Com a aprovação acima mencionada, a companhia pagará aos Debenturistas, no dia 28 de dezembro de 2017, uma comissão de reestruturação (flat) equivalente a 1,30% incidente sobre o saldo do valor nominal unitário das Debêntures acrescido dos juros remuneratórios.

Em 30 de setembro de 2017, a Companhia possuía R$ 692,6 milhões registrados em seu passivo, na conta debêntures, relacionados à escritura em questão.

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