Cemig apresenta lucro líquido de R$ 334 milhões em 2016

A execução da estratégia de desinvestimento permitiu ainda uma receita de R$ 971 milhões com a venda de participações em empresas de transmissão de energia no Brasil e no Chile

Divulgação

A Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig apresentou, nesta quarta-feira, os resultados financeiros de 2016. No ano passado, o lucro líquido da Cemig foi de R$ 334 milhões, com uma receita líquida de R$ 18,7 bilhões e Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) no valor de R$ 2,6 bilhões.

Em um ano marcado pelas dificuldades no ambiente macroeconômico, a Companhia investiu cerca de R$ 1 bilhão na modernização e ampliação da rede de distribuição dos 774 municípios mineiros. Além disso, as ações tomadas pela diretoria da Cemig para enfrentar a conjuntura adversa e melhorar a eficiência permitiram a redução dos custos e despesas operacionais de 13% em 2016 em relação ao ano anterior, representando uma economia de R$ 2,3 bilhões.

A execução da estratégia de desinvestimento permitiu ainda uma receita de R$ 971 milhões com a venda de participações em empresas de transmissão de energia no Brasil e no Chile. “Mesmo com investimentos expressivos em 2016, mantivemos a nossa dívida nos mesmos patamares de 2015, mesmo sem considerar ajustes pela inflação”, afirma o presidente da Cemig, Bernardo Alvarenga.

Apesar dos desafios enfrentados pela Cemig no ano passado, Bernardo Alvarenga acredita na retomada do crescimento do País e do mercado de energia, o que deve beneficiar diretamente a Companhia. “Temos a expectativa de que 2017 represente uma mudança de ciclo, um ambiente macroeconômico mais favorável, com aumento na confiança dos investidores e da sociedade, com a consequente melhoria no ambiente de investimentos. Essa expectativa já se materializa na redução nas taxas de juros, o que traz benefícios na diminuição do custo financeiro da nossa dívida e também melhora a expectativa com relação às condições financeiras das rolagens e captações de recursos futuras”, comenta.

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