ENGIE Brasil Energia marca lucro de quase R$ 2 bilhões em 2017

O Ebitda alcançou R$ 3,519,5 bilhões, 10,8% a mais que no ano anterior

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A ENGIE Brasil Energia consolidou o crescimento com a entrada em operação de novos ativos, a compra de usinas de geração renovável e a entrada no negócio de transmissão no ano de 2017. A  empresa obteve lucro líquido acumulado de R$ 2 bilhões, valor 29,5% superior (R$ 456,3 milhões) ao alcançado em 2016.

O Ebitda alcançou R$ 3,519,5 bilhões, 10,8% a mais que no ano anterior. Outro indicador favorável é a receita líquida, que totalizou R$ 7.010 milhões em 2017, um incremento de 8,8%. O Conselho de Administração aprovou a proposta de crédito aos acionistas de R$ 636,8 milhões em dividendos complementares (R$ 0,9755/ação), a ser ratificada pela assembleia geral ordinária, perfazendo 100% de distribuição dos lucros de 2017.

“Estamos satisfeitos com os resultados obtidos na execução de nossa estratégia de crescimento sustentável, maior captura de valor de nossos ativos, descentralização, descarbonização e digitalização”, comenta o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini. Ele ressalta que a gestão focada na diversificação do portfólio e no equilíbrio entre as contratações de curto, médio e longo prazos reduziu o impacto de um dos resultados do MRE já registrados pelo setor, com GSF de 79,7%. Essa gestão reduziu a necessidade de compra de energia a preços desfavoráveis. “Continuamos trabalhando para transmitir ainda mais confiança aos nossos stakeholders e gerar ainda mais resultados positivos em 2018”.

Aquisições importantes marcaram o ano, agregando 1.437 MW à capacidade instalada ou em desenvolvimento. Destacam-se as concessões das usinas hidrelétricas Miranda (408 MW) e Jaguara (424 MW), arrematadas em leilão, ambas em Minas Gerais, que já geraram receita ao longo do quarto trimestre; e o projeto do Complexo Eólico Umburanas, na Bahia (605 MW, dos quais 360 já em construção), que reforça a estratégia global da ENGIE de ampliar a presença no mercado de energia renovável não convencional. Em 2017, a quantidade de energia vendida foi de 35,761 GWh (4.082 MW médios), volume 3,1% maior, em MW médios, que o comercializado em 2016.

Novo negócio

A Companhia também entrou no negócio de transmissão ao arrematar em leilão, no mês de dezembro, um lote com 1.050 km de linhas de alta tensão e cinco subestações no estado do Paraná. “O investimento em transmissão de energia elétrica está totalmente alinhado com a estratégia da ENGIE, pois propicia a diversificação do nosso portfólio de ativos no Brasil, por meio de investimento em infraestrutura, com receita garantida de longo prazo, indexada à inflação local, aumentando a previsibilidade de geração de caixa da Companhia”, afirma Sattamini. “As novas linhas, por promoverem uma maior eficiência do sistema, ajudarão a diminuir a emissão de gases de efeito estufa”, acrescenta.

Energia Solar

Em dezembro de 2017, entrou em operação comercial a Usina Solar Assu V, no Rio Grande do Norte, adicionando 30 MW de capacidade instalada. O empreendimento recebeu investimento de aproximadamente R$ 220 milhões.

Descarbonização

Prossegue a sondagem de mercado para a identificação de potenciais compradores para o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda (em Santa Catarina) e a Usina Termelétrica Pampa Sul (no Rio Grande do Sul). Uma das proponentes firmou contrato de exclusividade para a realização de due diligence, a análise detalhada de informações sobre os ativos.

Sustentabilidade

Os reconhecimentos recebidos refletem os bons resultados. Pelo décimo-terceiro ano consecutivo, a ENGIE Brasil Energia foi incluída no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), do qual faz parte desde a criação do indicador da B3, em 2005. Em janeiro de 2018, a ENGIE Brasil Energia foi incluída em ranking das 100 empresas globais mais sustentáveis, ocupando a 52ª posição entre quase 6 mil empresas de capital aberto no mundo.

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