ENGIE Brasil Energia marca lucro líquido de R$358 milhões no 3T17 e fica com as UHEs Jaguara e Miranda

Destaque do trimestre fica com o volume de aquisições

Divulgação

O terceiro trimestre de 2017 foi marcado por importantes aquisições de ativos hidrelétricos pela ENGIE Brasil Energia. No período a receita líquida de vendas cresceu 3,2% e o volume de energia vendida subiu 1,9%. Contudo, houve redução de 11,9% no Ebitda do 3T17, que totalizou R$ 710,8 milhões.

O resultado foi impactado por operações de curto prazo, bem como pela antecipação da manutenção programada da unidade C do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Pela mesma razão, o lucro líquido teve queda de 9,8% na comparação anual, somando R$ 358 milhões. Porém, no acumulado do ano, registra-se crescimento de 4,3% no Ebitda e de 21,2% no lucro líquido. Serão distribuídos R$
424,5 milhões em dividendos aos acionistas. “O resultado reflete a forte crise hidrológica do País e o consequente despacho termelétrico, que impacta o GSF”, avalia o CEO da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

Ele ressalta o reconhecimento do desempenho da Companhia pelo mercado, como a conquista de premiações importantes. A ENGIE foi apontada como Melhor Empresa do País em Governança Corporativa pelo anuário Época Negócios 360°, e recebeu, pela oitava vez, o Troféu Transparência, da ANEFAC, Fipecafi e Serasa Experian.

Aquisições

A ENGIE arrematou em leilão por R$ 3,5 bilhões as concessões das usinas Jaguara (424 MW) e Miranda (408 MW), anteriormente operadas pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Outro evento importante foi a compra do projeto greenfield do Complexo Eólico Umburanas (605 MW), na Bahia, de propriedade da Renova Energia, que envolveu recursos de R$15 milhões. Juntas, as duas operações injetarão 1.437 MW ao portfólio da Companhia, ampliando em 16,3% seu parque gerador. “Estamos satisfeitos com os resultados de nossa estratégia de aquisições, que sempre se pautou pela alocação de capital focada em retornos positivos e
abordagem conservadora de gerenciamento de riscos”, comenta Sattamini.

A Companhia também se prepara para participar do próximo leilão de transmissão de energia, visando abrir uma nova linha de negócios, bem como dos leiloes de energia nova. Todos esses movimentos estão alinhados à estratégia global do Grupo de focar na transição energética, descarbonização e energias renováveis.

 

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