Boletim Focus: Taxa de juros deve subir para 13,75% e energia segue nas maiores altas

Consumidores seguem pagando preços elevados da energia elétrica

Bandeira Vermelha

O Boletim Focus, discutido entre analistas e o Banco Central do Brasil (BCB), desta segunda-feira e referente ao dia 22 de maio, mostra a expansão da taxa básica de juros (Selic). A taxa atual em 13,50% poderá saltar para 13,75% em 2015. Em 2014, a taxa Selic encerrou em 11,75%.

O dólar deve encerrar o ano aos R$ 3,20, 0, a mesma projeção da semana anterior. Para 2016, a expectativa é que a moeda encerre aos R$ 3,30, a mesma projeção da semana passada.

Já os preços administrados subiram de 13,50% para 13,70% este ano e cresceram de 5,71% para 5,84% em 2016.

A inflação oficial deve subir de 8,31% para 8,37% em 2015 e permanecer em 5,50% em 2016. O boletim Focus também traz projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que subiu de 8,17% para 8,33% em 2015 e recuou de 5,15% para 5,10% em 2016.

Já a estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve baixa de 7,15% para 7,03% em 2015 e permaneceu em 5,50% em 2016. No caso do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a projeção caiu de 7,06% para 6,97% em 2015 e se manteve em 5,50% em 2016.

O Produto Interno Bruto deve recuar -1,24% este ano, abaixo dos -1,20% da projeção da semana passada.

Para a produção industrial, os analistas de mercado consultados pelo BC estimam que o índice recue -2,80% este ano. Para 2016, a projeção se manteve em 1,50%.

A próxima reunião do Copom está marcada para acontecer entre os dias 02 e 03 de junho.

A inflação semanal, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), teve variação de 0,68% na terceira semana de maio, 0,03 ponto percentual acima da taxa da semana passada.

Segundo a Fundação Getulio Vargas, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo habitação, que passou de 0,64% para 0,74%. O destaque é o item eletricidade residencial (1,45% para 1,93%).

Os custos mais representativos nas contas seguem com os Impostos/Tributos.

Exemplo

Um casal sem filhos e que consome 204,00 kW/hora, tem preço médio de 0,74284314, vai pagar R$151,54.

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