Cresce consumo de energia na área de atuação da Energisa

Depois de ficar estável em 2015 e recuo em 2016, o consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre do Grupo teve alta de 3,7% em 2017

Divulgação

O consumo consolidado de energia elétrica (2.504,0 GWh) nas áreas de concessão do Grupo Energisa apresentou, em dezembro de 2017, aumento de 5,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Considerando o fornecimento não faturado, o volume registrado foi de 2.587,8 GWh, crescimento de 4,5% na mesma base de comparação. Os dados foram apresentados hoje.

Todas as classes registraram aumento no consumo. A classe residencial, com crescimento de 4,0%, mostrou os melhores aumentos na EMT (+10,2%), EMS (+5,5%) e ETO (+4,9%). A classe industrial registrou o maior crescimento do ano (+7,8%), favorecida pelo consumo da ETO (+24,8%), EMS (+11,0%) e EMT (+10,9%).

Entre as concessões, destacam-se as da região Centro-Oeste e Norte. Na EMT, o consumo cativo e livre aumentou 12,5%, puxado pelas classes residencial, industrial e rural, influenciadas pelas temperaturas elevadas e pela baixa base de comparação no mesmo período de 2016. O consumo na EMS cresceu 4,4% principalmente, em função da classe industrial, visto o forte aumento no segmento de metalurgia (+53,3%), dada a retomada do consumo de um cliente que estava desligado por aproximadamente cinco anos. Já a ETO apresentou aumento de 4,7%, também com significativo crescimento da classe industrial como resultado da melhor performance do setor químico.

Consumo em 2017: depois de registrar estabilidade em 2015 e recuo em 2016, o consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre do Grupo Energisa apresentou aumento de 3,7% em 2017. O volume consumido (29.604,9 GWh) foi recorde histórico, sinalizando a recuperação gradual do mercado de energia.

Considerando o fornecimento não faturado, o volume se situa em 29.620,4 GWh (+4,0%). O quarto trimestre foi de extrema importância para esse resultado, principalmente em função da baixa base de comparação em função do clima mais ameno em algumas áreas de concessão no final de 2016.

Todas as classes do Grupo apresentaram variação positiva no ano, com destaque para a classe rural (7,9%). Após seguidos recuos em 2015 e 2016, a classe industrial apresentou crescimento (+2,3%), principalmente em função da melhoria no cenário macroeconômico do país. O ramo de alimentos, com representatividade de 40% da classe, apresentou a maior variação (+5,3%), vinculado às distribuidoras do Centro-Oeste.

Analisando o mercado por distribuidora, vale destacar a performance da EMT (+6,6%) e EMS (+5,4%), que juntas representam 45,8% do mercado total da Energisa. A EMT acumulou variações positivas em todas as classes de consumo e apresentou crescimento na maioria dos meses do ano, exceto em fevereiro e em abril. A EMS também apresentou crescimento em todos os meses, com recuo apenas em abril. A única distribuidora a apresentar recuo em 2017 foi a ESE (-1,3%), influenciada pelos elevados índices pluviométricos e redução no consumo de clientes no ramo de cimento e óleo e gás.

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