Ibovespa cai com Trump e IEE segura alta

Volume financeiro ficou em R$11,08 bilhões

Ibovespa em queda

As medidas oficializadas na tarde desta quinta-feira pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre as tarifas para o aço (25%) e o alumínio (10%) pesaram nas ações das siderúrgicas e metalúrgicas brasileiras. Ainda sem detalhar quais países serão beneficiados com a nova medida tarifária, o presidente fez questão de frisar que o peso maior deverá ficar para “aqueles que até agora aproveitaram dos Estados Unidos”, com foco direto nos asiáticos.

Diante do anúncio, o índice Bovespa manteve a queda de 0,58% aos 84.984 pontos. O volume financeiro ficou em R$11,08 bilhões. O IEE ficou em alta de 0,62%.

“O mercado ficou de lado esperando pelo anúncio de Trump. O que se viu foi uma queda imediata das siderúrgicas e metalúrgicas, mas ainda existem muitos detalhes pela frente. Resta ver o que os Estados Unidos vão decidir com o Brasil”, disse o gerente de Bovespa da HCommcor, Ari Santos.

As ações com ganhos
Localiza ON, alta de 5,33%; Fibria ON, alta de 6,53%; Suzano Papel ON, alta de 3,64%; Cemig PN, alta de 2,78%; e Copel PNB, alta de 2,11%.

As ações com perdas
Sid. Nacional ON, queda de 5,08%; Qualicorp ON, queda de 4,81%; Gerdau PN, queda de 4,18%; Bradespar PN, queda de 3,35%; e Kroton ON, queda de 3,31%.

A Petrobras ON ficou em alta de 0,53% e a PN, alta de 0,14%.

A Vale ON ficou em queda de 3,24%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, segue em queda na bolsa de Futuros de Londres a 1,87% a US$63,98 o barril.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,36%, cotado a US$ 60,32 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em queda de 3,44% a US$73,23 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1.069,10, alta de 0,01%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$1.011,60 a tonelada e em alta de 0,32%.

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