WWF-Brasil inaugura biblioteca de madeira rastreada

Objetivo da iniciativa é estimular o uso responsável da madeira de boa origem na construção civil

Sutentabilidade e a educação

Cerca de 60 pessoas, entre autoridades civis, pesquisadores, ambientalistas,  representantes do setor florestal e da cadeia produtiva da madeira, acompanharam, no último dia 30 de abril, o lançamento do Comitê de Salvaguardas do Programa Madeira é Legal, que reúne pela primeira vez empresários do setor produtivo, da indústria de transformação da madeira, do governo, da sociedade civil, pesquisadores e consumidores finais. A oficialização do Comitê ocorreu na sede do WWF-Brasil, em Brasília, no Espaço Angatu, local que foi reinaugurado e, a partir de agora, terá uma biblioteca socioambiental disponível para visitação pública, por meio de agendamento prévio.

Esse Grupo, resultado da parceria do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF) e do WWF-Brasil, com apoio da União Europeia no Brasil, terá o papel primordial de trazer boas práticas para o setor florestal e recomendações em áreas como produção, mercado, competitividade, entre outros. Ao todo foram quatro anos de planejamento e preparação com debates, mesas-redondas e workshops, envolvendo cadeia produtiva, governo, pesquisadores, ambientalistas e empresários.

“É a primeira vez no Brasil que todos os envolvidos do setor madeireiro conseguem se unir para combater a madeira ilegal no país e ao mesmo tempo propor soluções. O Comitê terá o papel de trazer inovação, além de atuar como conselho consultivo do Fórum”, explica Marco Lentini, coordenador do Programa Amazônia do WWF-Brasil.

Biblioteca

Um espaço  construído inteiramente com madeira rastreada, doada pelos oito Sindicatos do setor de base florestal de Mato Grosso, a Biblioteca Conselheiro Sidnei Basile, instalada no Espaço Angatu, na sede do WWF-Brasil, se tornou um marco para estimular o uso responsável da madeira de boa origem na construção civil.

A proposta é que cientistas, professores, pesquisadores, estudantes e representantes de órgãos públicos possam ter acesso ao acervo. A temática ambiental estará disponível no local em todas as publicações editadas recentemente pelo WWF-Brasil e por organizações parceiras.

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